ocorreu um interessante caso ufológico, envolvendo uma dona de casa

ocorreu um interessante caso ufológico, envolvendo uma dona de casa

Na madrugada de 27 de maio de 1973, ocorreu um interessante caso ufológico, envolvendo uma dona de casa de São José do Rio Preto, São Paulo.

O episódio ocorreu na Rua Professor André M. Gonçalves, 353, Bairro Santa Cruz, em São José do Rio Preto, Estado de São Paulo, e foi investigado pela Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores em 27 de janeiro de 1976, 15 de agosto de 1976 e 5 de novembro de 1977.

A protagonista do caso, Dna. Geni, 57 anos na época, era dona de casa e fazia bolos e doces por encomenda, sendo bastante conhecida na sua cidade. Em sua atividade ela costumava produzir seus produtos à noite, entrando madrugada a dentro, para entregar os produtos logo pela manhã.

O RELATO

Na tarde de 26 de maio, ela foi até a Igreja onde auxiliou nos preparativos de um casamento que aconteceria no dia seguinte. Logo após os preparativos, ela foi para casa e à noite se dedicou aos preparativos do bolo deste casamento e de outros dois que tinha sob encomenda.

Por volta das 2 horas da manhã ela estava atarefada na preparação do terceiro bolo. Ela o colocaria para assar em um forno elétrico situado em uma sala anexa onde havia uma varanda envidraçada, voltada para o sul e de frente para um quintal com plantas ornamentais. O terreno, com 12 x 12 metros, era cercado por um muro e havia uma pequena edificação, colada ao muro esquerdo onde havia um quarto alugado. Nos fundos, no canto direito junto ao muro, havia um terceiro quarto, também alugado. Nesse horário, Dna. Geni percebeu um reflexo luminoso através da vidraça da varanda. Imaginou tratar-se de um curto circuito ou da lanterna de um vigia e não deu maior atenção ao fato. Entretanto, lembrou-se do seu papagaio que esquecera do lado de fora da varanda e que mostrava-se inquieto. Então resolveu recolhê-lo.

Ao chegar na porta, Dna. Geni observou um objeto voador aproximando-se pelo sudoeste. Este objeto estacionou acima do telhado de um dos quartos situados no fundo do terreno. Através de cálculos posteriores, pesquisadores calcularam em uma distância de 15 metros de dona Geni e a 5 metros de altura. Na ocasião, o céu apresentava-se escuro. O objeto, em sua parte inferior era branco-metálico e luminoso. Tinha entre 2 e 4 metros de largura e 1 a 2 metros de altura. Havia uma espécie de varanda, com balaustrada, através da qual pôde-se observar três tripulantes. Os tripulantes observados foram descritos como pequenos, com cabeças grandes e braços pequenos. O resto do corpo não pode ser observado. Todos eram muito semelhantes entre si, parecendo gêmeos. Sua pele tinha um tom moreno. Sua cabeça era arredondada, com olhos grandes e puxados, lábios salientes. Possuíam orelhas pequenas e narizes compridos e achatados. Não usavam barba. Na cabeça havia uma espécie de capacete, semelhante à um gorro, com uma bolinha no centro. A testemunha não percebeu detalhes do pescoço. A vestimenta era da mesma cor da pele e não tinha gola.

Cada um deles segurava um aparelho, semelhante à uma lanterna, que emitiam um facho de luz em cores diferentes. O da esquerda emitia um facho de luz verde ; vermelho e laranja . De seu ponto de vista, Dna. Geni interpretou como se estes tripulantes estivessem a procura de algo no terreno, vindo da esquerda para a direita. Durante esse curto intervalo de tempo, ela ouviu um ruído, semelhante ao de um motor ao mesmo tempo em que o objeto oscilava sobre os quartos dos fundos. Intrigada ela gritou para a jovem que dormia no quarto alugado, sem ouvir qualquer resposta.

EFEITOS FISIOLOGICOS

Após alguns minutos o objeto se afastou e desapareceu no horizonte. Preocupada com suas tarefas resolveu voltar ao trabalho. Entretanto, ao caminhar de volta à cozinha sentiu fortes dores em suas pernas fazendo com que ela andasse com dificuldade. Essas dores eram mais intensas nas articulações dos joelhos e nas regiões ilíaco-femurais. O resto do corpo doía dificultando movimentos. Ela também sentia como se sua cabeça estivesse inchada. Pouco depois ela tomou um remédio chamado Cibalena.

Aproximadamente 10 minutos depois do objeto ter desaparecido, a jovem que dormia no quarto alugado apareceu e auxiliou Dna. Geni. Ela confirmou ter ouvido o mesmo estranho som ouvido pela testemunha principal. Também confirmou ter ouvido os gritos de Dna. Geni, mas não conseguiu se mexer para atendê-la. Mais tarde, em entrevista aos pesquisadores a jovem declarou que Dna. Geni tinha a face edemaciada e os olhos injetados de sangue, que duraram aproximadamente 3 dias, assim como as dores que foram melhorando gradativamente.

Por volta das 5 horas da manha do mesmo dia, Dna. Geni sofreu um prolapso no útero, de 2º grau, sendo posteriormente confirmado por seu médico. Exames realizados alguns meses antes não haviam detectado nenhum problema uterino. Prolapso uterino afeta mulheres em idade avançada, geralmente sendo intensificados por fatores de risco, como levantamento de excesso de peso, cirurgias, gravidez ou enfraquecimento de tecidos. Possivelmente, o contato ufológico ocorrido na mesma noite não tenha sido a causa do prolapso, mas tenha de alguma forma influenciado no problema. Em virtude disso, no dia 8 de junho do mesmo ano ela submeteu-se à uma cirurgia para corrigir o problema.

Mais tarde, quando foi deitar-se, Dna Geni, cobriu seu ouvido direito com o travesseiro pois era como se ainda ouvisse o barulho do aparelho. Nos dias seguintes ao episódio, este ouvido incomodou muito a testemunha. Com o passar do tempo, ela perdeu a audição deste ouvido que na ocasião ficou voltado para o estranho aparelho.

Dna. Geni também teve problemas de visão após o episódio. Até a referida noite, sua visão era perfeita e ela não tinha qualquer necessidade de usar óculos. Após o episódio sua vista degradou-se, obrigando-a a usar óculos para perto (aproximadamente 3 dioptrias). Também, depois do episódio, surgiram manchas escuras em sua pele.

PLANTAS AFETADAS

No quintal, algumas plantas também sofreram efeitos pela exposição ao objeto. No local havia um coqueiro anão, com 1,50 m de altura, a cinco metros do muro do quintal e a sete metros do local onde o disco voador posicionou-se. Ali também havia uma jaboticabeira, a aproximadamente 4 metros de distância do local.

Tanto no coqueiro, quanto na jaboticabeira, as folhas caíram a partir do dia em que o episódio aconteceu. Essa queda prematura de folhas permaneceu por aproximadamente um ano e meio, voltando ao normal, depois desse período.

EFEITOS TARDIOS

Com o tempo, notaram-se efeitos tardios interessantes em Dna. Geni. Por volta dos 40 anos, Dna. Geni descobriu que tinha pressão alta, com picos entre 280 a 310 mm de mercúrio. Em virtude disso, em várias ocasiões foi internada com edema pulmonar agudo, ou falta de ar. Assim ela usava remédios para hipertensão (Entonyl, Higroton e Lasix). Naturalmente, os médicos incumbidos de prepará-la para a operação restauradora do prolapso uterino sabiam deste problema de Dna. Geni. Ao fazer exames prévios de rotina descobriram que a pressão da protagonista estava em níveis muito melhores, sem qualquer tipo de medicação ou tratamento. Os médicos, estupefatos, questionavam sobre o tratamento que ela teria realizado, pois este praticamente curara a pressão alta. Um dos médicos presentes acompanhava a saúde da protagonista do caso, há longa data e já conhecia a sua ficha clinica.

A PESQUISA DO DR. WALTER BULLER

Um dos pesquisadores do caso foi Walter Buller, da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, que escreveu no Boletim, edição 121/125, seus pareceres sobre o caso. Buller era médico e portanto pessoa gabaritada para tecer análises apropriadas sobre o caso. Transcrevemos aqui um trecho de seu relatório:

“Quanto tomamos conhecimento, procuramos, naturalmente, como médico e ufólogo, comunicar-nos com o colega assistente clínico-cardiológico da paciente. Isto porque nos veio a idéia de compara entre si o estados cardio-vasculares de Dona Geni: o de antes do episódio ufológico e o pós-ufológico. Para tanto, serviriam as cifras tensionais sitêmicas altas, com picos de 28 a 30 cm de Hg nas próximas, e também uma área cardíaca visivelmente aumentada numa radiografia feita em 17 de fevereiro de 1966 (cerca de sete anos antes do episódio ufológico). Ainda em 7 de novembro de 1977, verificamos a pressão arterial da paciente: máxima de 21 cm Hg e mínima de 12 cm Hg. Isso, quando Dna. Geni, quatro anos e meio depois do seu contato extraterrestre, não usava mais os remédios anti-hipertensivos que tomava antes (Higroton de 100 mg, Lasix, Entonyl – Abbot de 25 mg).

Assim, e ainda encorajados pela própria paciente, em nossas intenções, escrevemos para o colega (médico), procurando um contato. Embora Dna. Geni tivesse pessoalmente nos dado seu apoio, todos os nossos esforços foram em vão.

Naturalmente, a área cardíaca, os eletrocardiogramas e as pressões arteriais pós ufológicas e da paciente seriam tomados em consideração e comparados com os valores pré-ufológicos. Isto, para verificar se realmente houve melhoras no organismo de Dna. Geni, após o episódio ufológico.

Nossa hipótese é de que o relaxamento do tecido conjuntivo dos ligamentos uterinos (que causou o repentino prolapso três horas depois do episódio) estava relacionado com as influências das energias emanadas do disco voador ou das lanterninhas dos seres extraterrestres. As mesmas energias que fizeram murchar o coqueiro e a jaboticabeira, causando além disso os olhos injetados de sangue da paciente e suas dores articulares, poderiam bem ter causado um relaxamento do tecido conjuntivo dos vasos sanguíneos de Dna. Geni, nas suas artérias ou arteríolas modificando assim as cifras tensionais. Infelizmente, impossibilitados de entrar em contato com o colega assistente clinico de Dna. Geni, não pudemos estabelecer comparações dos valores citados.




mas andes
Ufólogo e integrante do Grupo de Amigos que Estudam Mistérios e Ufologia criado em 1997, atuando em Guarujá e região, efetuando pesquisas nas áreas de ufologia e espiritualidade, e suas diversas ramificações. ocorreu um interessante caso ufológico, envolvendo uma dona de casa .
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